Que o seu presente de natal
seja o que realmente lhe faz falta...
... e que 2013 seja
maravilhoso e surpreendente!
São os votos
de todos(as) que fazem
a Oficina de Estudos da Família,
Gênero e Sexualidade
(Oficina FAGES)
Blog da Oficina de Estudos da Família, Gênero e Sexualidade (FAGES); projeto do Centro de Recursos em Economia Doméstica. O objetivo do FAGES é promover o compartilhamento de informações e estudos por meio de oficinas socioeducativas e grupos temáticos de estudo e discussão.

É com grande prazer que gostaríamos de anunciar o lançamento do site da IGALA 7 (7th International Gender and Language Association Conference), disponível em: http://www.unisinos.br/eventos/igala/ Gostaríamos de convidá-la/lo a já se cadastrar como usuária/o do site em:http://www.unisinos.br/eventos/igala/index.php/igala/IGALA7/user/account Depois de passar pelos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Nova Zelândia e Japão, pela primeira vez em sua história, a International Gender and Language Association – IGALA (Associação Internacional de Gênero e Linguagem) realizará sua conferência bianual no Brasil. Entre os dias 20 e 22 de junho de 2012, a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), através do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada e da Graduação em Letras, em parceria com a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), sediará em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, a 7th IGALA Conference, evento que reunirá especialistas do mundo inteiro para refletir sobre as relações entre linguagem, gênero e sexualidade. Com o tema Ressignificando Gênero e Sexualidade em Linguagem e Discurso, a IGALA 7 deseja reunir pesquisadoras/es das mais diversas áreas de conhecimento e regiões geográficas interessadas/os em alargar e aprofundar nossa compreensão das complexas relações entre linguagem, gênero e sexualidade. Para isso, encorajamos novas formas de significar esses conceitos e relações nas seguintes áreas temáticas: 1. Gênero, sexualidade, corpo e identidades 2. Gênero, sexualidade e saúde 3. Performances generificadas e discurso 4. Gênero e (des)empoderamento 5. Gênero, classe, etnia e idade 6. Gênero, sexualidade e instituições 7. Gênero, mídia e tecnologias 8. Gênero e violência Conferencistas Convidadas/os (confirmadas/os) • Luiz Paulo da Moita Lopes (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil) • Mary Bucholtz (University of California at Santa Barbara, EUA) • Kira Hall (University of Boulder, EUA) • Celia Kitzinger (University of York, Reino Unido) • Guacira Lopes Louro (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil) Modalidades de apresentação Sessões Plenárias (Convidados/as), Fóruns Especiais (Convidados/as), Comunicações Orais, Mesas Redondas, Workshops e Pôsteres. Observem que o site não está ainda aberto a submissões de trabalhos. Submissões serão aceitas entre 30 de junho e 31 de outubro de 2011. Comitê Organizador Presidente do evento: Ana Cristina Ostermann, UNISINOS, Brasil Alexandre do Nascimento Almeida, UFCSPA, Brasil Aline Winter Sudbrack, UFCSPA, Brasil Carmen Rosa Caldas-Coulthard, University of Birmingham, Reino Unido Cristiane Maria Schnack, UNISINOS, Brasil Daniela Andrade, UNISINOS, Brasil Janine Trevisan, PUCRS, Brasil Joseane de Souza, UNISINOS, Brasil Marcia del Corona, UNISINOS, Brasil Mariléia Sell, UNISINOS, Brasil Sílvio Cazella, UNISINOS/UFCSPA, Brasil Estamos aguardando você na IGALA 7! Atenciosamente, Ana Cristina Ostermann, Presidenta da IGALA & Presidente da IGALA 7 Você encontra IGALA 7 em: Website: http://www.unisinos.br/eventos/igala/ |
TESTES ANTERIORESEm coluna que assina no jornal Folha de S. Paulo, o psicanalista Contardo Calligaris conta como foi realizada uma pesquisa com o o mesmo intuito (de compreender a homofobia) e com resultados semelhantes: A Universidade da Georgia selecionou 64 homens que se apresentavam como sendo exclusivamente heterossexuais. Todos foram entrevistados e classificados em um índice de homofobia, de 0 a 100. Com isso, foram compostos dois grupos: os não homofóbicos (de 0 a 50) e os homofóbicos (de 50 a 100). Os participantes usaram um aparelho que mede qualquer sinal de ereção. Exposto a vídeos pornográficos entre adultos heterossexuais e homossexuais masculinos e femininos, o grupo classificado como homofóbico teve tumescência e ereção significativas diante dos vídeos de sexo entre homossexuais masculinos (leia a íntegra da coluna aqui - para assinantes). |
