quinta-feira, 19 de abril de 2012

EVENTO

Sétima Conferência da Associação Internacional de Gênero e Linguagem


É com grande prazer que gostaríamos de anunciar o lançamento do site da IGALA 7 (7th International Gender and Language Association Conference), disponível em: http://www.unisinos.br/eventos/igala/

Gostaríamos de convidá-la/lo a já se cadastrar como usuária/o do site em:http://www.unisinos.br/eventos/igala/index.php/igala/IGALA7/user/account

Depois de passar pelos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Nova Zelândia e Japão, pela primeira vez em sua história, a International Gender and Language Association – IGALA (Associação Internacional de Gênero e Linguagem) realizará sua conferência bianual no Brasil.

Entre os dias 20 e 22 de junho de 2012, a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), através do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada e da Graduação em Letras, em parceria com a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), sediará em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, a 7th IGALA Conference, evento que reunirá especialistas do mundo inteiro para refletir sobre as relações entre linguagem, gênero e sexualidade.

Com o tema Ressignificando Gênero e Sexualidade em Linguagem e Discurso, a IGALA 7 deseja reunir pesquisadoras/es das mais diversas áreas de conhecimento e regiões geográficas interessadas/os em alargar e aprofundar nossa compreensão das complexas relações entre linguagem, gênero e sexualidade. Para isso, encorajamos novas formas de significar esses conceitos e relações nas seguintes áreas temáticas:

1. Gênero, sexualidade, corpo e identidades
2. Gênero, sexualidade e saúde
3. Performances generificadas e discurso
4. Gênero e (des)empoderamento
5. Gênero, classe, etnia e idade
6. Gênero, sexualidade e instituições
7. Gênero, mídia e tecnologias
8. Gênero e violência

Conferencistas Convidadas/os (confirmadas/os)

• Luiz Paulo da Moita Lopes (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil)

• Mary Bucholtz (University of California at Santa Barbara, EUA)

• Kira Hall (University of Boulder, EUA)

• Celia Kitzinger (University of York, Reino Unido)

• Guacira Lopes Louro (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)

Modalidades de apresentação

Sessões Plenárias (Convidados/as), Fóruns Especiais (Convidados/as), Comunicações Orais, Mesas Redondas, Workshops e Pôsteres.

Observem que o site não está ainda aberto a submissões de trabalhos. Submissões serão aceitas entre 30 de junho e 31 de outubro de 2011.

Comitê Organizador

Presidente do evento: Ana Cristina Ostermann, UNISINOS, Brasil

Alexandre do Nascimento Almeida, UFCSPA, Brasil

Aline Winter Sudbrack, UFCSPA, Brasil

Carmen Rosa Caldas-Coulthard, University of Birmingham, Reino Unido

Cristiane Maria Schnack, UNISINOS, Brasil

Daniela Andrade, UNISINOS, Brasil

Janine Trevisan, PUCRS, Brasil

Joseane de Souza, UNISINOS, Brasil

Marcia del Corona, UNISINOS, Brasil

Mariléia Sell, UNISINOS, Brasil

Sílvio Cazella, UNISINOS/UFCSPA, Brasil

Estamos aguardando você na IGALA 7!

Atenciosamente,

Ana Cristina Ostermann, Presidenta da IGALA & Presidente da IGALA 7

Você encontra IGALA 7 em:
Website: http://www.unisinos.br/eventos/igala/

quarta-feira, 11 de abril de 2012

ESTUDO SOBRE HOMOFOBIA

Homofobia tende a ser maior entre pessoas que têm atração pelo mesmo sexo, diz estudo


  • Estudo defende que atração homossexual reprimida pode se manifestar pelo ódio
  • Um estudo realizado pelas universidades de Rochester, Essex e Califórnia, nos Estados Unidos, revela que as pessoas homofóbicas sentem atração por pessoas do mesmo sexo. O comportamento agressivo em relação aos homossexuais seria uma forma de reprimir o desejo sentido que, por uma série de motivos, o indivíduo considera errado (a criação recebida dos pais, por exemplo). 
Publicada no mês de abril no "Journal of Personality and Social Psychology", a pesquisa foi composta por quatro experimentos distintos, cada  um envolvendo em média 160 estudantes universitários, entre alemães e norte-americanos. Com o intuito de explorar a atração sexual explícita e implícita dos participantes, os pesquisadores mediram as discrepâncias entre o que as pessoas diziam sobre sua orientação sexual e como eles reagiam durante uma tarefa.

TESTES ANTERIORES

Em coluna que assina no jornal Folha de S. Paulo, o psicanalista Contardo Calligaris conta como foi realizada uma pesquisa com o o mesmo intuito (de compreender a homofobia) e com resultados semelhantes:

A Universidade da Georgia selecionou 64 homens que se apresentavam como sendo exclusivamente heterossexuais. Todos foram entrevistados e classificados em um índice de homofobia, de 0 a 100. Com isso, foram compostos dois grupos: os não homofóbicos (de 0 a 50) e os homofóbicos (de 50 a 100).

Os participantes usaram um aparelho que mede qualquer sinal de ereção. Exposto a vídeos pornográficos entre adultos heterossexuais e homossexuais masculinos e femininos, o grupo classificado como homofóbico teve tumescência e ereção significativas diante dos vídeos de sexo entre homossexuais masculinos (leia a íntegra da coluna aqui - para assinantes).

Para o primeiro experimento, palavras e imagens eram mostradas aos participantes na tela de um computador e, então, era pedido para que as classificassem como "gay" ou "hétero". Para a segunda parte, os estudantes foram incentivados a buscar fotos de pessoas do mesmo sexo ou do sexo oposto. Ambos os testes foram realizados para entender a atração sexual implícita.

Nos dois testes finais, os pesquisadores buscaram saber qual o tipo de criação familiar dos estudantes e suas opiniões políticas e crenças. Para medir o nível de homofobia na própria casa, os participantes responderam questões como: "Seria perturbador para minha mãe descobrir que ela estava sozinha com uma lésbica" ou "Meu pai evita homens gays sempre que possível".
Segundo a pesquisa, os resultados fornecem novas evidências para apoiar a teoria psicanalítica de que a ansiedade, medo e aversão por pessoas homossexuais pode ser uma reação de quem se identifica com o grupo, mas não aceita isso. Segundo o estudo, são pessoas que, com medo do julgamento alheio, reprimem e negam seus instintos e desejos.



terça-feira, 10 de abril de 2012

CURSO - CARIRI-CE

I CURSO DE EXTENSÃO EM MÍDIA E COMUNICAÇÃO LGBT


Depois do ano de 2011 dedicado aos estudos de gênero, sexualidade e Teoria Queer, é com grande satisfação que daremos início às nossas atividades de extensão neste mês de Maio. 

Nosso curso acontecerá em parceria com o Grupo Ninho de Teatro, que nos abrigará em sua sede nas tardes dos dias 07 a12.

Curso: de 07 a 12 de Maio de 2012
Inscrições abertas até dia: 27 de abril de 2012
Email para envio de inscriçãoalexandrenunes@cariri.ufc.br
(Nome, email, telefone, vínculo institucional e justificativa em até 5 linhas da sua participação)
Inscrições grátis com certificado pela UFC
25 vagas
Local: Espaço Casa Ninho / Crato - Ceará

Módulos:
UNIDADE I (4hs/a) – Movimento homossexual; movimento LGBT e as Políticas Queer.
UNIDADE II (4hs/a) – Orientação Sexual e/ou Identidades de Gênero: problematizando as denominações
UNIDADE III (4 hs/a) – Direitos Civis na mídia: o casamento gay, a família homoparental e as vivências não-heteronormativas nos meios de comunicação.
UNIDADE IV (4hs/a) – Pós-Identidades: o queer e o debate contemporâneo
UNIDADE V (6hs/a) – Mídia e LGBTs: a ética do jornalismo e a visibilidade da diferença.

GEMI é o Grupo de Estudos em Gênero e Mídia vinculado ao Curso de Jornalismo da UFC / Cariri.